Prosa dos ventos é um blog de poesia com regularidade semanal, em que Alda Carvalho pretende partilhar as suas experiências, emoções e reflexões captadas no quotidiano.
Este teu poema lembrou-me uma canção de Elis Regina que fala de gente que parte e gente que fica e nos lembra uma gare de comboios no despejar e encher constantes. Mas é como dizes, no corre corre da vida há gente que se senta com vagar dentro do nosso coração e nele faz casa. É assim:).
Há pessoas que passam pela vida sem a viver, numa correria - por motivos vários. Mas talvez fiquem no coração de alguém. E felizes os que ficam no coração de alguém. Também há os que não passam. Ficam à espera, por não terem a certeza de nada e nada ousarem. Como em "À espera de Godot". Mas o teu poema é leve e otimista - não é destes que fala.
Este teu poema lembrou-me uma canção de Elis Regina que fala de gente que parte e gente que fica e nos lembra uma gare de comboios no despejar e encher constantes. Mas é como dizes, no corre corre da vida há gente que se senta com vagar dentro do nosso coração e nele faz casa. É assim:).
ResponderEliminarHá pessoas que passam pela vida sem a viver, numa correria - por motivos vários. Mas talvez fiquem no coração de alguém. E felizes os que ficam no coração de alguém.
ResponderEliminarTambém há os que não passam. Ficam à espera, por não terem a certeza de nada e nada ousarem. Como em "À espera de Godot". Mas o teu poema é leve e otimista - não é destes que fala.