Foto: Alda Carvalho os meus poemas são pedaços de vida entrecruzados no nada são palavras com sentido ou vazias à espera de serem preenchidas por alguém são pedacinhos do mundo dispostos à minha maneira mas não são de ninguém porque eu sou uma e várias ao mesmo tempo o que me inspira é poeira no espaço transportada pelo vento que agarro de muitas formas muitas cores muitos sentires muitos sabores tão iguais e tão diferentes aos de outras gentes sinto assim o Universo a escorrer através de mim * Do meu livro “Sopros de Alma”, 2011, Editorial Minerva
Um canto pode ser uma dobra do tempo. Um recanto um retorno a esse lugar. Voltar ao passado através de fotografias e sentir que esses momentos estão sempre lá, como se fossem eternos, pode ser uma alegria, um consolo ou causar tristeza. Se a sensação é o eterno num só momento, parece que olhá-las é causa de alegria. Por isso, esse caminho pelo castelo está cheio de luz. Ainda bem!
ResponderEliminarO passado é mesmo o humano eterno: é imutável, perfeito, divino à nossa dimensão:).
ResponderEliminarBom fim de semana, Alda
Outro dia descobri que algumas das melhores boas memórias do passado, podem fazer-me ainda mais mal do que as más memórias: Por isso, estou a tentar viver somente o presente e imaginar o futuro ...
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