A canção da terra
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| Foto: Alda Carvalho |
O inverno deixou feridas
na terra e nas almas
O rastro da destruição
na paisagem gravado
nas montanhas, nos vales
por todo o lado
Árvores caídas
destroçadas
jazem ainda no chão
Ressoa na memória
o lamento das almas
tocadas pelo vento
e pelas enxurradas

As árvores cadáver estão por todo o lado, que as autarquias não se debruçam sobre temas de sobrevivência vegetal, animal e humana, passe a redundância de também sermos animais e por vezes mais animais que as outras espécies.
ResponderEliminarAgora vem o calor com seus extremos cada ano mais habituais e o que vai acontecer?!
Bom fim de semana, Alda
Numa recente visita de estudo na região de Leiria desta minha nova Universidade Sénior, sentado no alto do meu lugar no autocarro e sem preocupação com a condução, dei-me conta da incrível dimensão da destruição da Kristin. A área e intensidade atingidas, deveriam ter sido alvo de uma atempada reação na medida do desastre. A habitual inação e procrastinação vai-nos sair muitíssimo mais caro que o custo da prevenção. Desta vez, espero que me engane ...
ResponderEliminarA canção da terra é como a canção humana em tudo o que toca a devastação. Talvez até mais pungente, pois é a consciência do todo.
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