Foto: Alda Carvalho Ontem o meu coração disparou desordenadamente como cavalo desgarrado em corrida desenfreada. O medo tomou conta de mim e de ambulância fui parar ao S. José conduzida por uma médica e uma enfermeira eficientes e carinhosas. Fui recebida por comitiva imensa que me ligaram a inúmeros fios e correntes e mediram inúmeros parâmetros. E ali fiquei só, no meio da noite, embora rodeada de gente a passar, frente a um relógio que minuciosamente me indicava, piscando, cada segundo em cor vermelha brilhante. Uma enfermeira passava de vez em quando, vigiando os aparelhos e sorria e eu sorria para ela. Nunca me tinha dado conta de como a noite é longa e barulhenta, num hospital! Ouvia, dentro daquelas três paredes, ou melhor duas, ou talvez não houvesse paredes, apenas divisórias movíveis, tudo o que se passava lá fora: alguém chamando sempre pelo mesmo nome que nunca respondia, inúmeros e diferenciados ais, gente a passar em fren...
É isso. Uma benesse oferecida ao olhar num sinal de stop:). Não há desculpa para ignorar. "Vemos, ouvimos e lemos/não podemos ignorar
ResponderEliminarhttps://www.facebook.com/watch/?v=1207868477078150
Bom fim de semana Alda
Sem palavras, curto, sucinto, divino!
ResponderEliminarFeliz foto de um stop muito oportuno. A habitual atenção aos detalhes da Alda. Sábios versos sobre o Amor que tudo abraça ...
ResponderEliminarÉ lindo o que escreves sobre esse Ó P(á), olha bem a beleza destas rosas que me envolvem e alegram. Magnífico "Apanhado"
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