7 Foto: Tiago Carvalho A viagem passa agora a ser de carro alugado, rumo ao Grand Canyon. À saída de Flagstag, a montanha com o topo a escorrer neve em contraste com o seu negrume e outros montes de outras cores, enchem-nos os olhos e o coração. A paisagem é desértica com indicação de reserva dos índios Navajos. As formas dos arenitos são surpreendentes atravessados por uma estrada retilínea mas tudo menos monótona. O primeiro objectivo, o Antílope Canyon , um canyon talhado por um afluente do Colorado e onde se pode entrar. As formas talhadas na rocha ao longo de 100 metros e uns 10 de altura, deixam-nos extasiados... Imaginamo-nos envoltos num turbilhão de água, rodopiando e talhando, como golpes de goiva, cavidades cilíndricas que evoluem em espiral retorcidamente e se entrelaçam numa dança frenética e esvoaçante. A luz vinda de fora que não encontra caminho na vertical, ou a encontra raramente, desenha figuras de luz nas paredes e no tecto das rochas circularmente torturadas...
Que bem cruzas foto e poema:). É de artista.
ResponderEliminarBom fim de semana, Alda
O segredo da beleza do seu blog desta semana, está na LUZ.
ResponderEliminarLuz do poema, Luz da foto e Luz que emana de si, Alda.
Sobretudo quando no Mundo, estamos todos a viver na mais profunda e perturbadora escuridão.
Hoje saí de cas às 7h. Muito menos trânsito e a bênção da luz da manhã envolveu-me . E tu transnites isso da melhor maneira.. Lindo!
ResponderEliminarE por isso te levantas cedo com alegria, ante a perspectiva de ir caminhar e tomar esse banho de Luz. E o mais bonito é que a sabes receber e pôr tão bem esse sentimento num poema.
ResponderEliminar