Recordações de viagens IV
Viagem á Austrália, Nova Zelândia e Dubai
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Foto: Professor João Carlos Nunes
Aterrámos em Auckland, situada na
ilha norte da Nova Zelândia, e partiríamos no dia seguinte de autocarro
para Rotorua onde se realizaria a segunda
parte do Congresso, sendo o Parque Geotérmico de Waiotapu a estrela
principal.
Auckland é uma cidade muito
diferente de Melbourne. Mais pequena, mais cinzenta e mais fria. Cosmopolita e
com muitos asiáticos.
Nas duas principais avenidas
havia mostras de grandes costureiros, mas o contraste com os sem-abrigo, que
povoavam as ruas junto ao porto e à estação de caminho de ferro, não foi
espetáculo muito agradável.
Tivemos sorte e vimos no Centro
Cultural uma exposição magnífica de grandes quadros Chineses com técnicas muito
variadas. Só por isso teria valido a pena! Mas o centro Cultural tinha outras
atrações também interessantes.
Em Rotorua, cidade centro da
grande estação geotérmica do país, ficámos no Novotel, muito luxuoso em
comparação com o Ibis de Auckland em que a cama ocupava praticamente todo o
espaço. Mas o que se precisa mais do que uma boa cama para dormir? E achei que
tinham muita criatividade no arranjo minimalista dum espaço mínimo.
Rotorua é uma zona termal por
excelência . A paisagem que observámos, durante 3 horas de viagem em autocarro, era de um verde quase constante, com muitas vacas a pastar e ovelhas por vezes. Mas sobretudo árvores fabulosas!
As árvores foi o que mais me
impressionou tanto na Austrália como na Nova Zelândia, enormes, variadas,
dispostas em fileiras ou em florestas imensas.
Chegados a Rotorua fomos ver
alguns sítios religiosos em que se mistura a cultura Anglicana com a cultura
Maori.
Vimos fumarolas por todo o lado,
nas ruas, nas casas e um grande lago que preenche a antiga cratera de um
vulcão.
Que bela descrição, Alda. E a foto do lago está uma maravilha.
ResponderEliminarBom fim de semana:)
Fazes-me sonhar com estes lugares distantes! A foto é impressionante. Curiosamente, tenho uma imagem muito favorável de Auckland, onde só passei 1 dia e meio, com uma marca forte de herança britânica e - sim- muitos asiáticos. Também me lembro da singeleza e grande interesse das exposições do Centro Cultural, nomeadamente sobre a cultura maori. Obrigada por estas fabulosas deambulações que connosco partilhas.
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